domingo, 25 de outubro de 2015
Passado Presente
"São coisas que não passamos a experimentar com frequência. talvez aquele sentimento puro fora de fato o primeiro dos que se sucederam. A falta que ele faz é de fato, a ausência que me move a uma busca que parece demonstrar em sua prática, uma utopia, um sonho de memória saudosa. Me apeguei de tal forma as lembranças de um amor juvenil( sem os termos pejorativos que a palavra carrega). O que isso significa nem eu mesmo consigo compreender, mas eternamente fico a fazer comparações disto e daquilo com aqueles tempos passados, ficando acorrentado a emoções que é alimentada vorazmente pela minha memória. Sou escravo assim das lembranças, do que passou, de um passado prejudicial ao presente e sem perspectiva de futuro, e assim tendo a seguir minha sina de prisioneiro das lembranças, da saudade de um amor intenso em todos os sentidos, desde sua antiga felicidade até sua atual marca dolorosa. "
domingo, 30 de agosto de 2015
Subentende Você
Tudo não é nada
Mas fica subentendido a totalidade do nada
O nada é então tudo
Totalitário, abraça tudo no vazio
O vazio é convenção do ambiente
Totalidade do nada
Onde se fica a deriva
No mar da clareza do marasmo
Marasmo velho companheiro
Do tédio do cotidiano
Sobre a emoção perdida
Dos tempos distantes passados
Passado enclausurado de histórias
Lembranças saudosas e melancólicas
De vagar no ser, por, ter e não ter
Constantemente você
Mas fica subentendido a totalidade do nada
O nada é então tudo
Totalitário, abraça tudo no vazio
O vazio é convenção do ambiente
Totalidade do nada
Onde se fica a deriva
No mar da clareza do marasmo
Marasmo velho companheiro
Do tédio do cotidiano
Sobre a emoção perdida
Dos tempos distantes passados
Passado enclausurado de histórias
Lembranças saudosas e melancólicas
De vagar no ser, por, ter e não ter
Constantemente você
A Memória Trabalhosa Vida
Sobre a memória vive-se falsa parcialidade
O eu, aqui e agora sempre toma partido
Na rotina do nada em coisa nenhuma
Ideias fraturadas usuais
Em sua Pratica
Aporte para fugir do concreto
Sem causa ou ideal
Sigamos errando errantemente
Bicho estranho e contraditório esse humano
trabalha tanto para viver e sobreviver
Que quando se dá por si no leito de morte
Viveu toda a vida a trabalhar somente
O eu, aqui e agora sempre toma partido
Na rotina do nada em coisa nenhuma
Ideias fraturadas usuais
Em sua Pratica
Aporte para fugir do concreto
Sem causa ou ideal
Sigamos errando errantemente
Bicho estranho e contraditório esse humano
trabalha tanto para viver e sobreviver
Que quando se dá por si no leito de morte
Viveu toda a vida a trabalhar somente
domingo, 19 de julho de 2015
A Valsa do Tempo
Trato régio do tempo se expandindo
Das variantes de um passado
Um passado que não serve como exemplo
Na pedagogia da História
Não aprendi com velhos erros
Fazendo a repetição persistente
Nas Memórias deixadas como rastros
O cheiro antigo da solidão
É temor a se lidar
Viés inexistente parece ser o equilíbrio
Fato ou evidencia para futuro
Prognóstico ou previsão de tédio
Solitude melhor companhia
Do que aquele tinhoso cão
Chamado pela alcunha de amar
Das variantes de um passado
Um passado que não serve como exemplo
Na pedagogia da História
Não aprendi com velhos erros
Fazendo a repetição persistente
Nas Memórias deixadas como rastros
O cheiro antigo da solidão
É temor a se lidar
Viés inexistente parece ser o equilíbrio
Fato ou evidencia para futuro
Prognóstico ou previsão de tédio
Solitude melhor companhia
Do que aquele tinhoso cão
Chamado pela alcunha de amar
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