Ensaios

Poesia

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Como Tal...

Ora caros passantes deste mundo de a deus d'ara
Nada como sendo denotado como amalucado
faço como os antigos de sensibilidade rara
Faço da caverna meu resguardo

Sendo assim as vistas sem importância
A muitos dos que falseiam risos e cumplicidade
O cansaço me abate nesta mendicância
Percebo a impossibilidade da reciprocidade

Em que pese a soberba deste ambiente
Os outros não fazem questão da tal saudade
Então vou fazer meu estado ser dormente
Esquecer destas mesquinharias na realidade

Um brinde então com toda maestria
Vamos fazer desta causa perdida
Um tratado estabelecendo o limite
entre minha intensidade e sua mesmice



Nenhum comentário:

Postar um comentário