Ensaios

Poesia

domingo, 30 de agosto de 2015

Subentende Você

Tudo não é nada
Mas fica subentendido a totalidade do nada
O nada é então tudo
Totalitário, abraça tudo no vazio

O vazio é convenção do ambiente
Totalidade do nada
Onde se fica a deriva
No mar da clareza do marasmo

Marasmo velho companheiro
Do tédio do cotidiano
Sobre a emoção perdida
Dos tempos distantes passados

Passado enclausurado de histórias
Lembranças saudosas e melancólicas
De vagar no ser, por, ter e não ter
Constantemente você

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