Ensaios

Poesia

terça-feira, 29 de abril de 2014

Indefinidade por insanidade

Um aperto percorre a alma
Corrompe aflito rompantes do ser
Nas maneiras inconscientes de um Karma
Descrenças em atos recorrentes do querer

Em que nada se torne um fardo carregado
Andanças do velho sábio melancólico
Se atrelaram a enfermo amargurado
Dor de amor remoído in loco

Coisas na vontade de infinidade
Em compulsiva associação de sentido
Transtorno no ardor da insanidade
Ainda te encontro na memória do infinito


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