Ensaios

Poesia

domingo, 23 de março de 2014

Tolice desmedida

Como tolo tece ingênuo idealismo
Querendo abraçar o mundo em seu cerne
Na mania dos rompantes de clássico romantismo
Deixa-se levar pelos desígnios de paquiderme

Ânsia desmedida por meios entrelaçados
Sofrendo de mal degenerado e avassalador
Vai adentrando pelos portões do limbo dos desesperados
Com a alma consumida por eterno terror

Assim sendo este caso de sonho quebrado
Por fim a esperança foi a ultima a morrer
Sem vias ou vielas por percorrer seu passo
Definhou na vontade imensa de te querer

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