Ensaios

Poesia

domingo, 1 de junho de 2014

Produto destroçado

Nas veias já não circula rubro sangue
Agora exalando enxofre enojado
Por meus poros o negro extasiante
Move um ser automato alienado

Dos montantes dos meus ossos
Produção nas condições contratuais
Transforma sonhos em produto do destroço
E o descanso restrito dos desiguais

O canto aflora na garganta do esquecido
Um maltrapilho ignorado por semelhantes
Considerado como incomodo enlouquecido
E assim receber condenação de egocentricos tratantes

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